Geoffrey James, especialista em vendas e autor da coluna Sales
Source, da revista Inc, afirma que é muito comum ver conceitos de
marketing mal interpretados se tornarem mitos. Ele lista cinco deles:
1. Marketing é estratégico
É importante tomar cuidado quando o marketing se torna estratégico
demais e passa a consumir muitos recursos para projetos marginais e de
baixo retorno. O marketing precisa ser tático e seus resultados devem
ser avaliados de acordo com o impacto real em vendas, por exemplo.
2. Marketing gera vendas
O time de vendas não trabalha apenas como uma parte da estratégia de
marketing de uma empresa. Se o negócio vai bem e um produto vende mais, o
resultado não é uma consequência apenas do esforço do fortalecimento da
marca, mas de um conjunto. Times de marketing e de vendas precisam
trabalhar juntos e os resultados das vendas devem pautar a equipe de
marketing.
3. Marketing deveria se focar nas vendas
Em muitas empresas, há uma regra implícita de que a equipe de marketing
deveria ajudar o pessoal de vendas, criando ferramentas e dando dicas
sobre como eles poderiam se aproximar dos consumidores. O problema é que
muita gente que trabalha na área de marketing nunca vendeu nada e nem
sabe como fazer isso. Por isso, seus conselhos podem ser boas teorias,
mas a efetividade costuma ser baixa. O melhor cenário ocorre quando
marketing e vendas trabalham em parceria.
4. Marketing cria marcas
Talvez este seja o mito mais traiçoeiro. Há um conceito de que as
atividades do marketing, como a propaganda, podem convencer o consumidor
a ver o produto de uma determinada forma. Na prática, o que conta é a
experiência do consumidor. Sua marca não é apenas seu logo, mas o
conjunto de emoções que os compradores têm quando pensam em seus
produtos.
5. Marketing deveria definir os futuros produtos
O que o consumidor quer para o futuro? Os times de marketing e vendas
não sabem exatamente. Isso deve ficar com as equipes de engenharia e
design de produto, que geralmente têm contato mais direto com o mundo
real e têm mais senso das melhorias que podem ser adotadas.
terça-feira, 3 de julho de 2012
O que levar em conta na hora de abrir uma franquia em casa?
Trabalhar em casa com horários flexíveis e dar adeus ao chefe. Abrir o
próprio negócio, com baixo investimento, e ainda por cima contar com uma
rede de suporte. A cena parece o ideal para muitos brasileiros e é uma
oportunidade que se desenha com a aquisição de uma microfranquia.
As marcas que oferecem oportunidades de negócio no setor de franchising com investimento inicial de até R$ 50 mil têm chamado a atenção dos empreendedores brasileiros. De acordo com dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor vem crescendo e passou de 213 para 336 empresas em 2011. Elas já representam 17% do total de marcas e 4% do faturamento do setor. Em muitos casos, o empreendedor que adota esse modelo de negócio não precisa ter um escritório.
Mas, antes de investir, é preciso prestar atenção a algumas questões. O grande desafio do empresário que escolhe a casa como sede é conseguir conciliar com a vida empresarial com a doméstica. “É preciso de disciplina e organização”, diz Adir Ribeiro, sócio-diretor da Praxis Education.
Para Marco Imperador, sócio-diretor do Grupo Zaiom, é fundamental estabelecer uma rotina, com horário definido para começar o trabalho, para que o negócio tenha sucesso. “Tenha um quarto específico para trabalhar, com porta e chave. Além disso, é importante ter uma linha telefônica exclusiva para a empresa”, diz. Segundo Imperador, ainda que a microfranquia funcione a partir de casa, é vital sair para buscar fregueses e divulgar a marca.
Por outro lado, a microfranquia traz a vantagem de diferenciar o trabalho do prestador de serviço independente, que muitas vezes atua na informalidade, de um profissional estruturado. “Há um mecanismo importante de transferência de know-how das redes, principalmente em áreas como reforço escolar, manutenção de prédios e outros reparos”, afirma Ribeiro, da Praxis.
Muito trabalho à vista
Ao contrário de outros modelos de negócio que dependem do trabalho em equipe para funcionar, na microfranquia o bom resultado está baseado no trabalho do próprio empreendedor. “Não é um investimento, é uma operação”, diz Imperador.
De acordo com ele, é o empreendedor que vai realizar a operação do negócio. “As pessoas têm de ter afinidade e disposição para trabalhar na operação. O sucesso do negócio se vale muito mais do esforço do franqueado do que do capital”, afirma.
As marcas que oferecem oportunidades de negócio no setor de franchising com investimento inicial de até R$ 50 mil têm chamado a atenção dos empreendedores brasileiros. De acordo com dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor vem crescendo e passou de 213 para 336 empresas em 2011. Elas já representam 17% do total de marcas e 4% do faturamento do setor. Em muitos casos, o empreendedor que adota esse modelo de negócio não precisa ter um escritório.
Mas, antes de investir, é preciso prestar atenção a algumas questões. O grande desafio do empresário que escolhe a casa como sede é conseguir conciliar com a vida empresarial com a doméstica. “É preciso de disciplina e organização”, diz Adir Ribeiro, sócio-diretor da Praxis Education.
Para Marco Imperador, sócio-diretor do Grupo Zaiom, é fundamental estabelecer uma rotina, com horário definido para começar o trabalho, para que o negócio tenha sucesso. “Tenha um quarto específico para trabalhar, com porta e chave. Além disso, é importante ter uma linha telefônica exclusiva para a empresa”, diz. Segundo Imperador, ainda que a microfranquia funcione a partir de casa, é vital sair para buscar fregueses e divulgar a marca.
Por outro lado, a microfranquia traz a vantagem de diferenciar o trabalho do prestador de serviço independente, que muitas vezes atua na informalidade, de um profissional estruturado. “Há um mecanismo importante de transferência de know-how das redes, principalmente em áreas como reforço escolar, manutenção de prédios e outros reparos”, afirma Ribeiro, da Praxis.
Muito trabalho à vista
Ao contrário de outros modelos de negócio que dependem do trabalho em equipe para funcionar, na microfranquia o bom resultado está baseado no trabalho do próprio empreendedor. “Não é um investimento, é uma operação”, diz Imperador.
De acordo com ele, é o empreendedor que vai realizar a operação do negócio. “As pessoas têm de ter afinidade e disposição para trabalhar na operação. O sucesso do negócio se vale muito mais do esforço do franqueado do que do capital”, afirma.
Brasil é o terceiro maior país em número de empreendedores
Atrás apenas da China e dos Estados Unidos, o Brasil possui 27 milhões de pessoas envolvidas ou em processo de criação de um negócio próprio.
Em números absolutos, aparece em terceiro lugar no ranking de 54 países
analisados pela pesquisa Global Entrepreneurship Monitor 2011 (GEM),
realizada anualmente e fruto de uma parceria entre o Sebrae e o
Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP).
“O Brasil mudou muito nos últimos anos: cresceram a renda e o nível de emprego. Por isso, hoje temos empreendedores mais qualificados, que buscam no próprio negócio a oportunidade para se desenvolver”, diz o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos. Ao comentar a pesquisa, ele ressalta ainda a forte presença feminina e de jovens e o grau de instrução, que também aumentou. “O Brasil sempre se destacou por ter grande energia empreendedora”.
A GEM levanta as principais características do empreendedorismo em cada um dos países pesquisados e considera tanto os negócios formais quanto os informais. Foram ouvidas apenas pessoas entre 18 e 64 anos. Os empreendedores representam 27% da população adulta brasileira. Em 2002, esse percentual era de 21%. A China, que lidera o ranking, tem quase 370 milhões de empresários. Jão os Estados Unidos, que ocupa a segunda posição, cerca de 40 milhões.
Dos 27 milhões de empreendedores existentes no país, 85% estão no mercado há mais de três meses. Desses, 12 milhões, o equivalente a 45%, estão estabelecidos em seus segmentos de atuação, ou seja, operam no mercado há mais de 42 meses. Outros 11 milhões, 40% do total, são classificados como novos empreendimentos por funcionarem há mais de três meses e menos de 42 meses.
A pesquisa aponta também que 15% dos empreendedores, ou 4 milhões de pessoas, estão envolvidas na criação do próprio negócio. Nesse grupo estão incluídas pessoas que se encontram no estágio inicial da montagem do empreendimento, como no levantamento de informações sobre o mercado, por exemplo.
A maioria dos empresários abre o negócio porque constatou uma oportunidade de mercado e não por necessidade. A estimativa é que, para cada negócio aberto por necessidade, por motivo de desemprego, por exemplo, 2,24 começam pela identificação de uma oportunidade. O número é o maior desde que a pesquisa GEM começou a ser realizada, em 1999, mas ainda é inferior à média dos 54 países, que é de 4,35 negócios por oportunidade para cada um aberto por necessidade.
No Brasil, no grupo dos empreendedores iniciais, ou seja, aqueles que estão envolvidos na criação de um negócio ou que já têm um negócio com até 42 meses, a proporção de mulheres à frente dos negócios é maior que a média mundial. De cada 100 empreendimentos iniciais, 49 têm comando feminino. A média desse grupo, nos 54 países pesquisados, é de 37 empreendedoras para cada 100. Elas preferem negócios como estética e tratamento de beleza, comércio de vestuário, fornecimento de comida preparada e confecções. Já os homens gostam mais de atividades ligadas à manutenção e reparação de veículos automotores, minimercados, lanchonetes e similares, e transporte de passageiros.
Dos 27 milhões de empreendedores brasileiros, mais da metade - 14,4 milhões -, têm entre 25 e 44 anos. Outros 3,4 milhões têm até 24 anos. Seis milhões estão na faixa de 45 a 54 anos, e 3,3 milhões têm mais de 55 anos. A renda mensal obtida por metade dos empreendedores chega a, no máximo, três salários mínimos. Um terço deles fatura entre três e seis salários mínimos e menos de 15% tira mais de seis salários mínimos por mês com o próprio negócio.
“O Brasil mudou muito nos últimos anos: cresceram a renda e o nível de emprego. Por isso, hoje temos empreendedores mais qualificados, que buscam no próprio negócio a oportunidade para se desenvolver”, diz o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos. Ao comentar a pesquisa, ele ressalta ainda a forte presença feminina e de jovens e o grau de instrução, que também aumentou. “O Brasil sempre se destacou por ter grande energia empreendedora”.
A GEM levanta as principais características do empreendedorismo em cada um dos países pesquisados e considera tanto os negócios formais quanto os informais. Foram ouvidas apenas pessoas entre 18 e 64 anos. Os empreendedores representam 27% da população adulta brasileira. Em 2002, esse percentual era de 21%. A China, que lidera o ranking, tem quase 370 milhões de empresários. Jão os Estados Unidos, que ocupa a segunda posição, cerca de 40 milhões.
Dos 27 milhões de empreendedores existentes no país, 85% estão no mercado há mais de três meses. Desses, 12 milhões, o equivalente a 45%, estão estabelecidos em seus segmentos de atuação, ou seja, operam no mercado há mais de 42 meses. Outros 11 milhões, 40% do total, são classificados como novos empreendimentos por funcionarem há mais de três meses e menos de 42 meses.
A pesquisa aponta também que 15% dos empreendedores, ou 4 milhões de pessoas, estão envolvidas na criação do próprio negócio. Nesse grupo estão incluídas pessoas que se encontram no estágio inicial da montagem do empreendimento, como no levantamento de informações sobre o mercado, por exemplo.
A maioria dos empresários abre o negócio porque constatou uma oportunidade de mercado e não por necessidade. A estimativa é que, para cada negócio aberto por necessidade, por motivo de desemprego, por exemplo, 2,24 começam pela identificação de uma oportunidade. O número é o maior desde que a pesquisa GEM começou a ser realizada, em 1999, mas ainda é inferior à média dos 54 países, que é de 4,35 negócios por oportunidade para cada um aberto por necessidade.
No Brasil, no grupo dos empreendedores iniciais, ou seja, aqueles que estão envolvidos na criação de um negócio ou que já têm um negócio com até 42 meses, a proporção de mulheres à frente dos negócios é maior que a média mundial. De cada 100 empreendimentos iniciais, 49 têm comando feminino. A média desse grupo, nos 54 países pesquisados, é de 37 empreendedoras para cada 100. Elas preferem negócios como estética e tratamento de beleza, comércio de vestuário, fornecimento de comida preparada e confecções. Já os homens gostam mais de atividades ligadas à manutenção e reparação de veículos automotores, minimercados, lanchonetes e similares, e transporte de passageiros.
Dos 27 milhões de empreendedores brasileiros, mais da metade - 14,4 milhões -, têm entre 25 e 44 anos. Outros 3,4 milhões têm até 24 anos. Seis milhões estão na faixa de 45 a 54 anos, e 3,3 milhões têm mais de 55 anos. A renda mensal obtida por metade dos empreendedores chega a, no máximo, três salários mínimos. Um terço deles fatura entre três e seis salários mínimos e menos de 15% tira mais de seis salários mínimos por mês com o próprio negócio.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Ver e-mail fora do expediente vai gerar hora extra?
No âmbito das relações trabalhistas, a necessidade de se promover a comunicação em tempo real entre empregadores e empregados trouxe uma série de vantagens e desvantagens do ponto de vista econômico e social. Afinal, se por um lado foi possível encurtar as vias empresariais, dinamizando os negócios, através dos avanços tecnológicos, por outro lado, acabamos nos tornando escravos da necessidade de ficarmos a todo instante plugados.
Nesse sentido, a edição da Lei n.º 12.551/2011, que alterou a redação do artigo 6º da CLT, atende ao anseio presente de frear os excessos cometidos por empregadores em relação aos seus empregados, quando obrigados a trabalhar mesmo depois de encerrado o seu expediente. Assim, nesse contexto, não há dúvida de que haverá pagamento de hora extra no valor superior a 50% da hora normal de trabalho.
O critério de avaliação de quando as horas extras são devidas ou indevidas é subjetivo. Agora, e-mails ou mensagens que deem orientações genéricas e atemporais ou que informem ao trabalhador da chegada de um evento ou da necessidade de se preparar para uma determinada tarefa, dentre inúmeras outras possibilidades, não serão considerados horas extras.
Nesse sentido, a edição da Lei n.º 12.551/2011, que alterou a redação do artigo 6º da CLT, atende ao anseio presente de frear os excessos cometidos por empregadores em relação aos seus empregados, quando obrigados a trabalhar mesmo depois de encerrado o seu expediente. Assim, nesse contexto, não há dúvida de que haverá pagamento de hora extra no valor superior a 50% da hora normal de trabalho.
O critério de avaliação de quando as horas extras são devidas ou indevidas é subjetivo. Agora, e-mails ou mensagens que deem orientações genéricas e atemporais ou que informem ao trabalhador da chegada de um evento ou da necessidade de se preparar para uma determinada tarefa, dentre inúmeras outras possibilidades, não serão considerados horas extras.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Dicas para usar bem o dinheiro de sua empresa:
1. TENHA CAPITAL PARA OS DOIS PRIMEIROS ANOS > É uma estimativa conservadora, mas fundamental para a perenidade de um novo negócio. Caso contrário, existe o risco de você ter de abandonar um empreendimento promissor no meio do caminho.
2. SEPARE O DINHEIRO DA EMPRESA DO SEU > Estabeleça um pró-labore mensal mínimo para sua sobrevivência logo no começo da empresa e trate a si mesmo como um funcionário (com plano de saúde e previdência).
3. ANALISE CADA DETALHE DO CONTRATO SOCIAL > Isso protege seu negócio e evita desentendimentos com os sócios. Estabeleça a distribuição de lucros, as condições para contrair empréstimo e até quem serão os herdeiros.
4. TENHA MAIS DE UM FORNECEDOR > Empresas que importam ou que dependem de determinada matéria-prima devem ter mais de um fornecedor para o caso de o atual aumentar o preço ou o prazo de entrega na renovação do contrato.
5. INCLUA MULTA NO CONTRATO DE LOCAÇÃO > “Já vi muito empreendedor quebrar por ter de devolver o ponto onde tinha estruturado seu negócio”, avisa Domingos. A dica é estabelecer uma multa em caso de devolução antecipada do imóvel.
6. NÃO DESCONTE NOTAS COM ANTECEDÊNCIA > Não caia na tentação de começar a descontar notas a receber. “Você entra em um círculo vicioso e seu lucro vai para os juros bancários”, diz Domingos.
7. MANTENHA O CAPITAL DE GIRO COM O VALOR DE DEZ FATURAMENTOS > Mesmo que o empreendimento não seja tão novo, mantenha capital de giro equivalente a dez vezes o valor do faturamento. “Não se pode demitir funcionários treinados ou deixar de atender a um cliente por falta de capital.”
8. VINCULE EMPRÉSTIMO À PRODUTIVIDADE > Especialmente nos primeiros meses, em que o empreendimento é mais frágil economicamente, baseie-se em detalhadas análises de mercado antes de decidir se deve ou não procurar recursos externos.
9. REVEJA AS DESPESAS E CORTE SUPÉRFLUOS > Corte despesas desnecessárias. Mantenha sua planilha atualizada e analise quanto gastou com cada item nos últimos três meses. Tenha um propósito definido para cada gasto.
10. CONTRATE UMA BOA EMPRESA CONTÁBIL > Os contadores vão analisar em que regime sua empresa se encaixa e quando deverá mudar a forma de tributação. “Você pode até pagar um pouco mais caro, mas o dinheiro investido volta em forma de resultado.”
sábado, 22 de outubro de 2011
Guia com as 10 leis do marketing em mídias sociais
1. A Lei de Escutar
O sucesso em mídia social e marketing de conteúdo depende mais de ouvir do que de falar. Leia o conteúdo do seu público alvo e participe de discussões para saber o que é importante para eles. Só então você poderá criar conteúdos e conversas que agreguem valor aos seus clientes e prospects.
2. A Lei do Foco
É melhor se especializar do que ser “pau para toda a obra”. Uma mídia social altamente focada e uma estratégia de marketing de conteúdo destinam-se a construir uma marca forte. Elas terão mais chance de sucesso do que uma estratégia global que tenta ser tudo para todas as pessoas.
3. A Lei da Qualidade
Qualidade triunfa sobre a quantidade. É melhor ter mil contatos on-line que leem, compartilham e falam sobre o seu conteúdo que 10 mil conexões que desaparecem depois de se conectar com você apenas uma vez.
4. A Lei da Paciência
Resultados em mídias sociais e marketing de conteúdo não acontecem da noite para o dia. Embora seja possível fazer ações relâmpago, é muito mais provável que você precise comprometer-se a longo prazo para alcançar resultados.
5. A Lei da Composição
Se você publicar conteúdo de qualidade e trabalhar para construir a sua audiência online, seus seguidores irão compartilhar seu conteúdo com seus amigos no Twitter, Facebook, LinkedIn, seus próprios blogs e muito mais. Este compartilhamento e discussão sobre seu conteúdo abrem novos pontos de entrada para os motores de busca. Assim, seu conteúdo estará acessível a um número cada vez maior de pessoas.
6. A Lei da Influência
Dedique tempo para os influenciadores online em seu mercado, que têm um público de qualidade e podem estar interessados em seus produtos, serviços e negócios. Faça contato com as pessoas e trabalhe para construir relacionamentos com eles. Estes contatos podem compartilhar seu conteúdo com seus próprios seguidores, o que poderia colocar você e sua empresa na frente de um público novo enorme. Lembre-se: para isso a informação deve ser útil.
7. A Lei do Valor
Se você gastar todo seu tempo nas mídias sociais falando sobre seus produtos e serviços, as pessoas vão parar de ouvir. Você deve adicionar valor à conversa. Se concentrar menos em conversões e muito mais na criação de conteúdo surpreendente e desenvolver relacionamentos com pessoas influentes online.
8. A Lei de Reconhecimento
Você não iria ignorar alguém que o aborda pessoalmente, por isso você não deve ignorá-los online. Construção de relacionamentos é uma das peças mais importantes do sucesso em mídias sociais, por isso sempre reconheça e converse com cada pessoa que chega a você.
9. A Lei de Acessibilidade
Não publique o seu conteúdo e depois desapareça. Esteja disponível ao público. Isso significa que você precisa publicar conteúdo de forma consistente e participar das conversas. Se você não estiver disponível, seu público não hesitará em abandoná-lo.
10. A Lei da Reciprocidade
Você não pode esperar que os outros compartilhem o seu conteúdo e falem sobre você se você não fizer o mesmo por eles. Assim, uma parte do tempo que você gasta em mídias sociais deve ser focado em compartilhar e falar sobre o conteúdo publicado por outros.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
3 Perguntas antes de fazer seu plano de negócios.
Confira as dicas:
1. O que é sucesso para você? A maioria das pessoas presume que o sucesso nos negócios é medido em crescimento ou em lucratividade – ou em dinheiro no caixa, no mínimo. Mas, se você presta atenção, há empreendedores que dimensionam o sucesso por outros fatores. Pode ser, por exemplo, a liberdade de fazer seus horários e buscar os filhos na escola. Ou pode ser a oportunidade de fazer algo que você sempre almejou, mas não pode realizar.
2. Você vai tocar o negócio sozinho ou com uma equipe? Alguns empreendedores preferem tomar as decisões sozinhos – e ganhar ou perder sozinhos. Outros só se imaginam cercado de pessoas, com quem possam dividir as preocupações e as experiências. É claro que o tipo de negócio é determinante para isso. Uma indústria não vai começar com uma equipe pequena, e uma empresa de aulas particulares não terá um time gigante.
Por outro lado, alguns negócios podem facilmente começar só com o empreendedor, mas terão mais apelo para investidores se contarem com uma equipe atraente.
3. Investimento externo ou bootstrapping? Assim como na segunda questão, a natureza do negócio também define esse fator. Se você não tiver experiência como empreendedor, um mercado promissor, potencial de escala e mercado de saída, então um investidor externo (como um anjo ou venture capital) provavelmente não será possível. E algumas ideias não saem do papel sem um grande investimento.
O bootstrapping significa fazer tudo sozinho e ser o dono sozinho. Às vezes, emprestar dinheiro é necessário, mas a quantia tem de ser paga, e o credor não faz parte da sociedade. Mas um negócio pode ter início com bootstrapping e, depois, atrair investimento de anjos, por exemplo.
E é claro que não é porque seu negócio pode ter um investidor que ele deve realmente ter um. Eles se tornam sócios, e isso pode significar a perda de liberdade na tomada de decisões.
Visite: www.makante.com.br
1. O que é sucesso para você? A maioria das pessoas presume que o sucesso nos negócios é medido em crescimento ou em lucratividade – ou em dinheiro no caixa, no mínimo. Mas, se você presta atenção, há empreendedores que dimensionam o sucesso por outros fatores. Pode ser, por exemplo, a liberdade de fazer seus horários e buscar os filhos na escola. Ou pode ser a oportunidade de fazer algo que você sempre almejou, mas não pode realizar.
2. Você vai tocar o negócio sozinho ou com uma equipe? Alguns empreendedores preferem tomar as decisões sozinhos – e ganhar ou perder sozinhos. Outros só se imaginam cercado de pessoas, com quem possam dividir as preocupações e as experiências. É claro que o tipo de negócio é determinante para isso. Uma indústria não vai começar com uma equipe pequena, e uma empresa de aulas particulares não terá um time gigante.
Por outro lado, alguns negócios podem facilmente começar só com o empreendedor, mas terão mais apelo para investidores se contarem com uma equipe atraente.
3. Investimento externo ou bootstrapping? Assim como na segunda questão, a natureza do negócio também define esse fator. Se você não tiver experiência como empreendedor, um mercado promissor, potencial de escala e mercado de saída, então um investidor externo (como um anjo ou venture capital) provavelmente não será possível. E algumas ideias não saem do papel sem um grande investimento.
O bootstrapping significa fazer tudo sozinho e ser o dono sozinho. Às vezes, emprestar dinheiro é necessário, mas a quantia tem de ser paga, e o credor não faz parte da sociedade. Mas um negócio pode ter início com bootstrapping e, depois, atrair investimento de anjos, por exemplo.
E é claro que não é porque seu negócio pode ter um investidor que ele deve realmente ter um. Eles se tornam sócios, e isso pode significar a perda de liberdade na tomada de decisões.
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